A carteira inteligente tem apenas ativos seguros e com liquidez: títulos públicos do Tesouro Direto e um pouquinho de ações, na forma de ETFs.

(Mais importante que os ativos em si, é entender em quais mercados ou classes você vai investir, ou seja, quais riscos e quais formas de retorno farão parte da sua carteira. É esse tipo de diversificação que importa: a diversificação entre riscos e mercados diferentes. Saiba mais sobre a diversificação entre classes de ativos no artigo Diversificação de investimentos: o que você precisa saber.)

Veja o que tem na carteira inteligente:

1. Juros pós-fixados (Selic)

É a famosa renda fixa. Os juros são o “arroz com feijão” dos investimentos, principalmente no Brasil, onde temos altas taxas. Com eles, garantimos a maior parte do rendimento desejado com baixo risco, por possibilitarem a geração de ganhos recorrentes. Para diversificar a exposição, a carteira conta com juros prefixados e pós-fixados.

Para investir em juros pós-fixados, escolhemos os títulos públicos Tesouro Selic (LFT), pois é a maneira de investir sem intermediários na taxa básica de juros da economia, a Selic. A LFT é o investimento de menor risco do país e é a base das carteiras mais conservadoras.

2. Juros prefixados

É a famosa renda fixa. Os juros são o “arroz com feijão” dos investimentos, principalmente no Brasil, onde temos altas taxas. Com eles, garantimos a maior parte do rendimento desejado com baixo risco, por possibilitarem a geração de ganhos recorrentes. Para diversificar a exposição, a carteira conta com juros prefixados e pós-fixados.

Para investir em juros prefixados, escolhemos os títulos públicos Tesouro Prefixado (LTN), pois é o instrumento com o menor risco de crédito do Brasil para essa modalidade de investimento.

3. Inflação

Investir em inflação é o principal mecanismo para proteger o poder de compra. Qualquer alocação diversificada precisa deste tipo de investimento. Dado o histórico brasileiro de inflação alta, ter essa classe de ativos na carteira é fundamental.

Para investir em inflação, escolhemos os títulos públicos Tesouro IPCA+ (NTN-B). É a forma mais direta e, portanto, de menor custo, de seguir o índice oficial de inflação e ainda garantir uma rentabilidade real (acima da inflação).

4. Ações Brasil

As ações são a única forma de capturar o crescimento das principais empresas do Brasil, aquelas que mais contribuíram e contribuem para que o país seja a sexta maior economia do mundo. No longo prazo, as ações são a parte da carteira que possui o maior potencial de valorização, impulsionando o crescimento do seu patrimônio.

Para investir em ações, escolhemos o ETF de baixíssimo custo PIBB11 (It Now Brasil IBrX-50). O veículo segue o índice IBr-X 50, que representa as principais empresas listadas do país.

5. Ações EUA

Investir no exterior é uma forma de diversificar expondo-se a oportunidades de mercado e riscos completamente diversos das classes de ativos brasileiras. Além disso, permite acompanhar a flutuação do dólar. É uma parcela de segurança contra o risco Brasil.

Para investir no exterior, escolhemos o ETF IVVB11 (iShares S&P 500), que representa o índice S&P500, das 500 maiores empresas americanas listadas nas bolsas de valores de Nova York (NYSE e NASDAQ). É a forma mais simples e econômica de se investir no exterior: não é preciso abrir contas e nem enviar dinheiro para fora do país.

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Tudo que você já pensou que deveria investir, mas que sempre pareceu muito complicado, não é mesmo? Com a Vérios, ficou simples.

Saiba mais sobre o investimento em títulos públicos e ETFs nestes dois artigos:

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